Marcelo Nascimento, Secretário de Estado dos Direitos Humanos de Alagoas (SEDH), participa de solenidade em Recife-PE sobre memória, verdade e justiça às vítimas da ditadura militar
Evento reuniu autoridades e familiares em defesa da memória, verdade e direitos humanos Alagoas Atenta
Foto: Assessoria de Comunicação
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), junto à Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), realizou, na sede da OAB Pernambuco, a VI Solenidade de Entrega das Certidões de Óbito Retificadas de pessoas mortas e desaparecidas políticas durante a ditadura militar brasileira.
Foram entregues 50 certidões de óbito retificadas de vítimas assassinadas durante a Ditadura Militar, oriundas dos estados do Rio de Janeiro, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O ato representa um importante marco de reparação histórica, reconhecimento da verdade e preservação da memória das vítimas do regime.
A cerimônia também contou com a presença do Secretário de Estado dos Direitos Humanos de Alagoas (SEDH), Marcelo Nascimento, e do Assessor Especial da SEDH, advogado Raudrin de Lima Silva, que acompanharam o momento de homenagem, memória e defesa dos direitos humanos durante a cerimônia.
O momento foi marcado por emoção, respeito e reflexão, reunindo autoridades, familiares e representantes da luta pelos direitos humanos em defesa da democracia e da justiça social no Brasil.
Memória e Justiça: Militantes assassinados pela ditadura militar:
Veja a certidão de óbito inteiro TEOR de uma das vítimas da ditadura militar brasileira, entregue durante a solenidade marcada pela luta por memória, verdade, justiça e reparação às famílias afetadas pelo regime.
Durante a cerimônia, foram entregues as certidões de óbito retificadas dos alagoanos Jaime Miranda e Gastone Beltrão, em um ato marcado pela emoção, pela memória e pela reparação histórica. A correção dos documentos reconhece oficialmente as circunstâncias reais de suas mortes durante o período da Ditadura Militar, garantindo às famílias e à sociedade o direito à verdade histórica.
Casos envolvendo os nascidos em Pernambuco ou mortos e desaparecidos em território pernambucano:
FONTE: Por Alagoas Atenta